GRÉCIA ANTIGA

GRÉCIA ANTIGA





ORIGEM e LOCALIZAÇÃO.
A civilização grega surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâneo, por volta de 2000 AC. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-européia, como, por exemplo, aqueus, jônios, eólios e dórios. As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.


PERÍODOS DA HISTÓRIA DA GRÉCIA ANTIGA
Pré-Homérico - entre 2000 e 1.100 a.C. Época de ocupação do território da Grécia. Desenvolvimento das civilizações Micênica (cidade de Micenas) e Cretense (Ilha de Creta). Invasão dos Dórios no final deste período, provocando a dispersão dos povos da região e ruralização.

Homérico - entre 1.100 e 700 a.C (nome referente ao poeta Homero). Conclusão do processo de ruralização das comunidades da Antiga Grécia. No final deste período ocorreu o crescimento populacional.
Arcaico - entre 700 e 500 a.C. Surgimento das pólis (cidades-estados) com a formação de uma elite social, econômica e militar que passa a governar as cidades. Neste período ocorreu a divisão do trabalho e o processo de urbanização. Surge o alfabeto fonético grego e significativo desenvolvimento literário e artístico.
Clássico - entre 500 e 338 a.C. Época de grande desenvolvimento econômico, cultural, social e político da Grécia Antiga. Período mais importante da história grega. Época de grande fortalecimento das cidades-estados gregas como, por exemplo, Esparta, Atenas, Tebas, Corinto e Siracusa. Foi também uma época marcada por conflitos externos como, por exemplo, as Guerras Médicas (entre gregos e persas no século V). Ocorreu também, neste período, a Guerra do Peloponeso (entre Atenas e Esparta). São chamados de Guerra do Peloponeso os episódios militares registrados entre os anos 431 e 404 a.C. que afetaram quase todo o mundo grego, então dividido entre duas grandes potências: Atenas e Esparta. As diferentes alianças, as destruições e a intervenção indireta do império persa precipitaram a decadência política do mundo grego, de forma tal que nenhum dos lados conseguiu resultado favorável. Essa longa guerra facilitou a invasão macedônica sobre a Grécia, pois esta já estava muita enfraquecida.
Helenístico - entre 338 e 146 a.C. Fase marcada pelo enfraquecimento militar grego e a conquista macedônica na região. A cultura grega espalha-se por outros continentes, fundindo-se com outras culturas (helenismo). A expansão da cultura grega foi marcada pelo reinado do macedônio Alexandre O Grande, que conquistou territórios europeus, africanos e asiáticos, constituindo um dos maiores impérios de todos os tempos. Alexandre cresceu na Grécia e foi educado por Aristóteles, um dos maiores sábios gregos. O termo helenismo originou-se de Hélade, nome pelo qual era chamada a Grécia pelos próprios gregos.



PÓLIS GREGAS.
A Antiga Grécia não era um país unificado como o Brasil atual, por exemplo, ou como o Egito Antigo, cujo território estava sob o domínio dos faraós. Os gregos se dividiam em várias pólis ou cidades-estados, unidades políticas autônomas organizadas com suas próprias leis e governantes. As cidades-estados gregas eram independentes umas das outras e foi comum, inclusive, a ocorrência de guerras internas. Entretanto, as pólis gregas compartilhavam características em comum. A religião e a língua eram as mesmas para todos os gregos. Além de Esparta e Atenas podemos citar outras cidades-estados, como Micenas, Tebas, Olímpia etc.
O centro político-administravivo das pólis era a Acrópolis (geralmente a região mais alta da cidade-estado). Nas Acrópolis se encontravam o templo principal da pólis, os edifícios públicos, a Ágora (espaço em que ocorriam debates e decisões políticas).
Ao redor da pólis havia uma espécie de cinturão rural, onde eram produzidos grande parte dos alimentos necessários para a manutenção da pólis. Esta organização reforçava ainda mais a autonomia das pólis.
As áreas ocupada pelas pólis não eram de grande extensão. Em média tinham de 200 a 500 km². Atenas, uma das pólis mais populosas e prósperas da época, era uma excessão com cerca de 2.500 km².


ANTROPOCENTRISMO.
Antropocentrismo (antropo: homem; centrismo: centro): foi um pensamento, uma mentalidade moldada pelos antigos gregos. Como o próprio nome já diz, o antropocentrismo considera o “homem como o centro”. O antropocentrismo procura explicar as coisas através do uso da razão e não a partir de crenças míticas e supersticiosas. O antropocentrismo valoriza o homem desde o seu corpo – considerado uma “maravilha da natureza” – até os sentimentos e sua inteligência. A própria arte valorizava o ser humano. O homem era representado nas estátuas de maneira realista, dando destaque aos detalhes do corpo. Até mesmo os deuses eram retratados em corpos humanos perfeitos. Durante o século XV o movimento humanista inspirou-se na cultura grega e iniciou o Renascimento.

FILOSOFIA.
A cidade de Atenas foi palco de grande desenvolvimento filosófico durante o Período Clássico da Grécia (século V AC). Os filósofos gregos pensavam e criavam teorias para explicar a complexa existência humana: o comportamento e os sentimentos. Podemos destacar como principais filósofos gregos: Sócrates, Platão e Aristóteles Sócrates. Podemos citar também Tales de Mileto, importante filósofo, matemático e astrônomo.


ESPORTES.
Foram os gregos que desenvolveram os Jogos Olímpicos. Aconteciam de quatro em quatro anos na cidade grega de Olímpia. Era uma homenagem aos deuses, principalmente a Zeus (deus dos deuses). Atletas de diversas cidades gregas se reuniam para disputarem esportes como, por exemplo, natação, corrida, arremesso de disco entre outros. Os vencedores das Olimpíadas eram recebidos em suas cidades como verdadeiros heróis.


TEATRO.
Os gregos eram apaixonados pelo teatro. As peças eram apresentadas em anfiteatros ao ar livre e os atores representavam usando máscaras. As comédias, dramas e sátiras retravam, principalmente, o comportamento e os conflitos do ser humano. Ésquilo e Sófocles foram os dois mais importantes escritores de peças teatrais da Grécia Antiga. O teatro surgiu a partir das festas em homenagem ao deus Dionísio, as famosas festas dionisíacas – na Roma Antiga eram conhecidas como Bacanais. Os atores encenavam histórias da mitologia, a religião grega. As mulheres eram proibidas de atuar nas peças, cabia aos homens interpretar as personagens femininas.


ARQUITETURA GREGA.
Um dos templos gregos mais conhecidos é o Pártenon (templo de Atenas), que foi construído no ponto mais alto da cidade, entre os anos de 447 a 438 a.C. Além das funções religiosas, o templo era utilizado também como ponto de observação militar. As colunas deste templo seguiram o estilo arquitetônico dórico.



DEMOCRACIA.
Denomina-se democracia (do grego demos, "povo", e kratos, "autoridade", “governo”) uma forma de organização política que reconhece a cada um dos membros da comunidade o direito de participar da direção e gestão dos assuntos públicos. A cidade de Atenas é considerada o berço da democracia. Os cidadãos atenienses (homens, nascidos na cidade, adultos e livres) eram
aqueles que podiam participar das votações que ocorriam na Ágora (praça pública). Decidiam, de forma direta, os rumos da cidade-estado. Na Grécia Antiga, especialmente em Atenas, surgiu o conceito de cidadania, na qual as pessoas podiam expressar suas idéias, fazer suas críticas e eleger seus governantes. Essa liberdade individual foi a base da democracia. Entretanto, somente uma pequena parte da população ateniense era considerada cidadã. Mulheres, estrangeiros e escravos estavam excluídos da política.


ESCRAVIDÃO.
Geralmente apontamos o lado positivo da civilização grega, destacando o desenvolvimento cultural, político e econômico. A Grécia Antiga é o berço da democracia, das Olimpíadas e da Filosofia. Porém, esta mesma sociedade, que gerou toda esta riqueza cultural, utilizou para diversos fins a mão-de-obra escrava. Na Grécia Antiga uma pessoa tornava-se escrava de diversas formas. A mais comum era através da captura em guerras. Várias cidades gregas transformavam o prisioneiro em escravo. Estes eram vendidos como mercadorias para famílias ou produtores rurais. Em Esparta, por exemplo, cidade voltada para as guerras, o número de escravos era tão grande que a lei permitia aos soldados em formação matarem os escravos nas ruas. Além de ser uma forma de treinar o futuro soldado, controlava o excesso de escravos na cidade (fator de risco de revoltas). Em algumas cidades-estado gregas havia a escravidão por dívidas. Ou seja, uma pessoa devia um valor para outra e, como não podia pagar, transformava-se em escrava do credor por um determinado tempo. Em Atenas, este tipo de escravidão foi extinto somente no século VI a.C, após as reformas sociais promovidas pelo legislador Sólon.


ESPARTA.
O poder militar de Esparta foi extremamente importante nas Guerras Médicas (contra os persas). Uniu-se a Atenas e outras cidades para impedir a invasão do inimigo comum. O exército espartano foi fundamental na defesa terrestre (Atenas fez a defesa marítima) durante as batalhas. Após as Guerras Médicas (contra os persas), a luta pela hegemonia no território grego colocou Atenas e Esparta em posições contrárias. De 431 a 404, ocorreu a Guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta, que foi vencida pelos espartanos.
Educação. O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército da polis. Com sete anos de idade o menino espartano era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército. Leônidas. A figura de Leônidas, rei de Esparta, permaneceu como símbolo de heroísmo e alimentou a lenda segundo a qual os espartanos nunca se rendiam. A família de Leônidas se proclamava descendente de Hércules. Em 480 a.C., chegou à cidade a notícia de que Xerxes, imperador da Pérsia, avançava com seu exército contra a Grécia. Leônidas, à frente de apenas 300 hoplitas, soldados de infantaria fortemente armados, conseguiu conter os persas durante dois dias no desfiladeiro das Termópilas, na Tessália. Estes, contudo, guiados pelo traidor Efialte, atacaram pela retaguarda, e os mil homens que Leônidas destacara para prevenir esse movimento não foram suficientes para impedir o cerco. Depois de dispensar as forças não-espartanas, Leônidas combateu até o último homem. Leônidas morreu na batalha, mas ficou célebre pela heroica defesa do desfiladeiro, que inspirou ao pintor francês Jacques-Louis David.



ATENAS.
Por volta dos anos 500 e 400 AC, esta cidade, fundada há mais de 3.000 anos, era a mais próspera da Grécia Antiga e possuía um poderoso líder: Péricles. Nesta fase, a divisão hierárquica seguia a seguinte ordem: nobres, homens livres e uma grande quantidade de escravos que realizavam trabalhos como mercadores, carpinteiros, professores e marceneiros. Por ser uma cidade bem sucedida e comercial, Atenas despertou a cobiça de muitas cidades gregas. Esparta se uniu a outras cidades gregas para atacar Atenas. A Guerra do Peloponeso (431 a 404 a.C.) durou 27 anos e Esparta venceu, tomando a capital grega para si, que, a propósito, continuou riquíssima culturalmente. Alguns dos maiores nomes do mundo viveram nesta região repleta de escritores, pensadores e escultores, entre eles estão: os autores de peças de teatro Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes e também os grandes filósofos Platão e Sócrates.
Educação: Na antiguidade, a cidade-estado grega de Atenas destacou-se nas áreas de artes, teatro, literatura e outras atividades culturais. Desta forma, a educação ateniense refletiu os anseios e valores desta sociedade. A educação ateniense tinha como objetivo principal à formação de indivíduos completos, ou seja, com bom preparo físico, psicológico e cultural. Por volta dos sete anos de idade, o menino ateniense era orientado por um pedagogo. Na escola, os jovens estudavam música, artes plásticas, Filosofia, etc. As atividades físicas também faziam parte da vida escolar, pois os atenienses consideravam de grande importância a manutenção da saúde corporal. Já as meninas de Atenas não frequentavam escolas, pois ficavam aos cuidados da mãe até o casamento.
Hoje em dia, Atenas tem mais de dois milhões e meio de habitantes, e, embora tenha inúmeras construções modernas, continua com suas ruínas que remetem aos memoráveis tempos antigos. A cidade é um dos principais pontos turísticos da Europa e do mundo.


HOMERO.
Homero foi um poeta da Grécia Antiga que nasceu e viveu no século VIII a.C. É autor de duas das principais obras da antiguidade: os poemas épicos Ilíada e Odisseia. Embora não se saiba muito sobre a vida de Homero (e se ele existiu mesmo ou não), uma certeza é que suas obras são fontes fundamentais para o estudo da história da Grécia Antiga. Os poemas de Homero revelam informações importantes sobre comportamento, cultura, religião, fatos históricos, mitologia e a sociedade da Antiga Grécia. Obras atribuídas a Homero: Ilíada – poema épico grego, considerado o mais antigo da literatura ocidental. São 15.693 versos que narram os acontecimentos da Guerra de Troia (cidade chamada de Ilion pelos gregos). Personagens da Ilíada: Helena (semi-deusa), esposa de Menelau (rei de Esparta) e que foi seduzida por Páris (príncipe troiano que matou Aquiles com uma flecha no calcanhar) / Aquiles (semi-deus), era o maior guerreiro grego e matou o maior guerreiro troiano, Heitor (irmão de Paris) / Agamenon (líder dos gregos e rei da cidade Micenas) / Odisseu, rei grego que teve a ideia de construir o Cavalo de Troia para enganar os troianos. / Pátroclo, primo de Aquiles morto por Heitor. Odisseia – são 24 cantos que narram a viagem de volta do herói grego Odisseu (Ulisses) da Guerra de Troia. São 10 anos de aventuras até chegar na Ilha de Ítaca, onde era rei. Durante a viagem, Odisseu enfrenta um Ciclope e ouve o canto das sereias.


MITOLOGIA GREGA.
Os gregos criaram vários mitos para poder passar mensagens para as pessoas e também com o objetivo de preservar a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos. Portanto, para buscar um significado para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa. Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos, políticos e culturais.
Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.


Os principais seres mitológicos da Grécia Antiga eram:
- Heróis (semi-deuses): seres mortais, filhos de deuses com seres humanos. Exemplos : Herácles ou Hércules, Aquiles, Perseu, Helena, Minos.
- Ninfas: seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade.
- Sátiros: figura com corpo de homem, chifres e patas de bode.
- Centauros: corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo.
- Sereias: mulheres com metade do corpo de peixe (ou pássaro), atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes.
- Górgonas: mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo: Medusa, cujo poder era o de transformar aqueles que olhassem diretamente para seu rosto em estátua de pedra.
- Quimeras: mistura de leão e cabra, soltavam fogo pelas ventas.


Minotauro: É um dos mitos mais conhecidos e já foi tema de filmes, desenhos animados, peças de teatro, jogos etc. Esse monstro tinha corpo de homem e cabeça de touro. Forte e feroz, habitava um labirinto na ilha de Creta. Alimentava-se de sete rapazes e sete moças gregas, que deveriam ser enviadas pelo rei Egeu ao Rei Minos, que os enviavam ao labirinto. Muitos gregos tentaram matar o minotauro, porém acabavam se perdendo no labirinto ou mortos pelo monstro. Certo dia, o rei Egeu resolveu enviar para a ilha de Creta seu filho, Teseu, que deveria matar o minotauro. Teseu recebeu da filha do rei de Creta, Ariadne, um novelo de lã e uma espada. O herói entrou no labirinto, matou o Minotauro com um golpe de espada e saiu usando o fio de lã que havia marcado todo o caminho percorrido.



Perseu: Filho de Zeus com a mortal Dânae, decapitou a Medusa e salvou princesa Andrômeda de um monstro marinho. Diz a lenda que Perseu fundou a Pérsia (atual Irã) Deuses gregos. De acordo com o gregos, os deuses habitavam o topo do Monte Olimpo, principal montanha da Grécia Antiga. Deste local, comandavam o trabalho e as relações sociais e políticas dos seres humanos. Os deuses gregos eram imortais, porém possuíam características de seres humanos (antropomorfismo). Ciúmes, inveja, traição e violência também eram características encontradas no Olimpo. Muitas vezes, apaixonavam-se por mortais e acabavam tendo filhos com estes. Desta união entre deuses e mortais surgiam os heróis.

Conheça os principais deuses gregos :
Seres primordiais: Caos (força criadora), Gea (terra, mãe dos titãs), Urano (céu; pai dos titãs), Ponto (água), Tártaro (subterrâneo)
Titãs: os titãs eram os filhos dos primitivos senhores do universo, Gaia (ou Gea) e Urano. Os principais eram Cronos (tempo; pais de Zeus e de seus irmãos) e Réia (esposa de Cronos)


Deuses Olímpicos
Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu. 
Afrodite - deusa do amor, sexo e beleza.
Poseidon - deus dos mares 
Hades - deus das almas dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo. 
Hera - deusa dos casamentos e da maternidade, esposa de Zeus. 
Apolo - deus da luz (sol) e das obras de artes, medicina. 
Artemis - deusa da caça. 
Ares - divindade da guerra.
Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Deusa guerreira, protetora da cidade de Atenas 
Hermes - divindade que representava o comércio e as comunicações. Mensageiro de Zeus. 
Hefesto - divindade do fogo e do trabalho. Criou o raio de Zeus.
Dionísio – deus do vinho, das festas, da loucura. 
Deméter – deusa da agricultura e do clima ,
Héstia: deusa do lar e da família.

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