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Art Make 
Contém:
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Basta curtir 
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Boa sorte!

O sorteio será realizado no dia 01/01/2014.

O Poder Da Palavra.

Faça a sua parte e não se preocupe com os outros. Acredite que Deus também fala com eles, e que estão tão empenhados quanto você em descobrir o sentido desta vida."Paulo Coelho"

Há muito tempo ouvimos dizer que as palavras têm poder. Mas algumas pessoas ainda ignoram ou fazem pouco dessa frase. Você já parou para pensar em como está o seu diálogo com os outros, com o mundo e com você mesmo? As palavras não são inocentes, os ventos não as leva. Mas assim como poderosamente somos responsáveis por criamos a nossa realidade, também temos o poder de transformá-la.

Acima de tudo o amor!


A Palavra Tem Poder

A palavra tem poder, ela pode abençoar
Trazer benção pra você
Te fazer muito feliz

A palavra tem poder
Mas também pode amaldiçoar
Se profetizares maldição
Maldição então terás

Então tenha cuidado com a boca
Cuidado com a língua
Cuidado com o que falar
Então diga palavras de consolo
Palavras que transmitam
O amor de Jesus
Como diz a letra da Fernanda Brum eu concordo tem PODER!

A casa do 'Seo' Willy

Pesquisadores pedem tombamento da residência do artista Willy Zumblick em Tubarão (SC)

Ela possui valor cultural inestimável, por isso, deve ser distinguida com sua inscrição no chamado Livro do Tombo, para protegê-la de eventual destruição ou descaracterização.
Texto de Volnei Martins Bez, Valmiré Rocha dos Santos e Carlos Rocha*



Desde a morte de Willy Zumblick, em 2008, temos desenvolvido esforços para alertar as autoridades e poderes públicos no sentido da preservação do prédio da casa onde viveu o cidadão e artista famoso de Tubarão.

Elaboramos minuta de projeto de lei, com a devida justificativa e as informações necessárias ao tombamento do imóvel, e o encaminhamos, como forma de impedir a sua derrubada ou mesmo sua descaracterização. Sugerimos que esse procedimento fosse incluído na agenda de atividades destinada às comemorações do centenário de nascimento de Zumblick.

O tombamento constitui-se no ato mais simplificado, porque não requer dispêndio financeiro pelo poder público, considerando que o imóvel permanece sob a propriedade e domínio de quem de direito, podendo, inclusive, ser vendido, alugado, ou utilizado para quaisquer fins.

Ele apenas protege o imóvel contra eventual demolição ou descaracterização. Em etapa seguinte, poderia a Casa de Willy Zumblick vir a ser transformada em local de cultura e saber, prestando-se como abrigo de suas principais obras e ponto de visita obrigatório aos interessados em sua arte, a estudantes, à realização de cursos, palestras e atividades afins, resultando num extraordinário contributo à cultura catarinense.

Notório que órgãos culturais, federais e estaduais, dispõem de recursos, habitualmente não requisitados, para a transformação da velha casa do artista numa fundação e museu.

A casa do "seo" Willy é referência da cidade. Ali viveu a maior personalidade de toda a história tubaronense. Possui valor cultural inestimável, por isso, deve ser distinguida com sua inscrição no chamado Livro do Tombo, para protegê-la de eventual destruição ou descaracterização. Essa providência visa preservar o patrimônio e a memória cultural de Willy Zumblick.

Os bens, que constituem os elementos formadores do patrimônio, são ícones repositórios da memória, permitindo que o passado interaja com o presente, transmitindo conhecimento e formando a identidade do povo. Willy Zumblick construiu e se constitui em parte da história de Tubarão, legando às gerações futuras, um tesouro artístico-cultural e um exemplo de cidadão e cidadania capazes de propiciar o conhecimento e a compreensão da história da sua terra e da sua gente pelas gerações vindouras. A destruição desse bem material, de enorme significado social e cultural, representará o rompimento do conhecimento sobre a vida e a obra do artista e do cidadão.

Além do mais, todos os bens de natureza material e imaterial, de interesse cultural que possuam significado histórico, cultural ou sentimental, e que sejam capazes, no presente ou no futuro, de contribuir para a compreensão da identidade cultural da sociedade que o produziu devem ser preservados. O tombamento seguramente representará benefícios para a cidade. Com a preservação da sua história, pode vir a produzir conhecimentos sobre o artista e a sua cidade; poderá vir a incrementar o processo ensino-aprendizagem dos estudantes, beneficiar o turismo, além de representar, por si, uma relevante conquista.

A legislação especifica que quando um bem material for julgado de relevante interesse cultural para o município, para o Estado e/ou para o país e, especialmente, quando por algum motivo se julgar que o bem pode sofrer qualquer tipo de ameaça, pode e deve ser solicitado o tombamento. É isso o que temos feito. É isso que, novamente, estamos fazendo em nome da memória do "seo" Willy.

* Os autores são pesquisadores da vida e da obra de Willy Zumblick

Casa mais antiga de Tubarão.

Casa mais antiga de Tubarão por volta de 1883.

Segundo o historiador Amadio Vittoretti, esse casarão foi construído em 1883 e junto com o Palacete Cabral, construído em 1897, são as construções mais antigas do município que ainda estão de pé.. A chamada Casa Branca, no Sertão dos Corrêas, atraí estudantes, professores, arquitetos e curiosos.A casa foi construída com pedras e o reboco feito com barro, óleo de baleia, melado e ripas de palmito. A construção pertencia a João Corrêa, grande proprietário de terras. Ainda nas primeiras décadas do século passado, a família Margotti comprou a propriedade e uma parte das terras. O sogro de dona Nilce, Domingos, ganhou o casarão do pai, como presente de casamento. No local, nasceram os oito filhos e coube ao marido de Nilce herdar a casa.

A Casa Branca, no Sertão dos Corrêas, convive lado a lado com outras construções, algumas bem recentes. A residência mais antiga do município é o símbolo de um Tubarão que não existe mais. Em frente à casa é possível ver o que outrora foi um terreiro de café. Isso mesmo: o que seria hoje uma varanda, há muitas décadas era utilizada para secar os grãos.

“Nós só precisávamos comprar sal e trigo, às vezes, nem o trigo porque a plantação do grão rendia. Plantávamos muita coisa: café, feijão, milho, mandioca, cana de açúcar, verduras, frutas, uva, até fazíamos vinho, queijo, manteiga, além de cuidar das vacas, bois, galinhas e porcos”, lembra a agricultora Nilce Margotti.
Hoje, o espaço da propriedade da família é bem menor, o suficiente para cuidar de algumas cabeças de gado, galinhas e plantar algumas verduras que são usadas pela família para consumo próprio e para abastecer a lanchonete do filho de dona Nilce, que fica no terreno em frente à casa.

Se a paisagem é diferente, o casarão também é. Muitas das características originais foram perdidas no tempo. As modificações foram necessárias para suprir as necessidades da família, como a instalação elétrica e a água encanada. Os próprios espaços internos foram revistos, até porque alguns perderam a funcionalidade, como uma sala na qual ficavam as carnes perduradas em vãos para secar, em um tempo em que não havia geladeira e a conservação dos alimentos dependia basicamente do sal.
A casa tem uma sala de estar, dois quartos, cozinha e duas despensas. Uma era onde ficava a carne salgada e a outra servia para guardar os alimentos secos. Aliás, era nessa despensa que havia um esconderijo. Era uma abertura que possibilitava o acesso ao porão. O local era usado pelo primeiro proprietário da residência, João Corrêa. Segundo o sogro de Nilce, Domingos Margotti “era o local que João se escondia quando tinha algum perigo ou brigava com alguém. Meu sogro contava que o João era muito namorador e às vezes se metia em enrascada”. A abertura era disfarçada por um pesado baú, onde eram guardadas as roupas de cama. A passagem foi fechada há alguns anos, mas os filhos de Nilce, durante a infância brincavam de se esconder no porão.
Uma das relíquias é a fechadura. A pesada chave é a original, e segundo Nilce, ainda funciona. Na fachada da casa, que sempre foi pintada de branco com janelas azuis, a única mudança foi a retirada das vidraças por janelas de madeira, sem vidros. A mudança foi feita por Domingos há algumas décadas, já que as brincadeiras com bola das crianças praticamente quebraram todos os vidros.

Uma casa com tantas histórias desperta o interesse de muitos compradores. Mas Nilce vai logo avisando: “Não temos intenção de vender não. Talvez depois que eu e meu marido falecermos, se meus filhos quiserem vender... Já me fizeram muitas propostas e sempre recusei. Estamos muito acostumados com a casa, com a lida na terra. Mas se oferecerem uma ajuda para manter a casa, eu aceito”, afirma Nilce.

FOTOS ANTIGAS DAS RUAS DE TUBARÃO.

Tubarão Suas Memorias

As antigas ruas da cidade de Tubarão.SC...
















Imagem da rua Lauro Müller, em Tubarão, na década de 1930, em direção à rua Vidal Ramos, logo após a Tubalcain Faraco - (1) Antiga Cadeira Pública. Imagem do Arquivo Público e Histórico de Tubarão.
Rua Rodovalho, no Centro de Tubarão, na década de 1930.

 Rua Princesa Isabel, na esquina com a rua Antônio Delpizzo Jr. em 1967. Imagem do Arquivo Público e Histórico de Tubarão.

 Rua Coronel Collaço na subida para a Catedral, quase esquina com a rua São José (1930), onde hoje está a CDL. Imagem do Arquivo Público e Histórico de Tubarão.

 Rua Lauro Müller volta de 1940 . Imagem do Arquivo Público e Histórico de Tubarão



 Rua Prudente de Moraes, conhecida como “Morro do Canudo“. No sentido à Catedral, no ano de 1967.


 Rua Vidal Ramos, em Tubarão, no ano de 1933, mostra a construção da sua parte alta, perto do seu encontro com a Rua Conselheiro Mafra.

Rua Prudente de Morais, conhecida como Morro do Canudo, atrás da catedral, o ano não identificado.


A maioria das fotos são do Arquivo Municipal e Histórico de Tubarão,jornais e revistas da época e também de acervo particulares.Gostou???
 Então curtam e compartilhem.https://www.facebook.com/tubaraosuasmemorias

Estrada de Ferro sobre a Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC

Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC...


Para quem não conheceu a ponte da estrada de ferro sobre a Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC, a passagem das Laranjeiras aí está. Possivelmente década de 20/30.
O construtor da ponte de Cabeçuda foi o engenheiro Ernani Cotrim. Um engenheiro inglês que veio morar no Brasil para a construção dessa ponte, não sei se o nome dele era Ayres Cook ou Arthur Cook, deixou descendentes na cidade de Laguna SC. 
Prof.: Mário Belolli conta mais detalhes: Esta ponte foi inaugurada em 1884. Segundo, o então telegrafista Alexandre Barreto, que esteve na solenidade, foi no dia 4 de setembro, pois havia passado um telegrama, dando essa informação, a pedido do superintendente da Estrada, ao general Beadle, presidente da companhia inglesa "The Donna Thereza Chistina Railwai Company Limited". 
A construção da ferrovia (Imbituba-Lauro Müller) foi autorizada pelo governo imperial através da Lei n. 740, de 20 de maio de 1874. A ponte foi desativada em 1934, tem 1.480 metros de extensão , portanto tem 130 aninhos hoje.Diz o então telegrafista da Tereza Cristina, Alexandrino Barreto: "O trem atravessou a ponte e prosseguiu até a estação local, onde saltamos eu e o meu companheiro, que vimos assistir a inauguração do tráfego da Thereza Christina, marcado para o dia 4 de setembro de 1884. 
Há que diga que essa inauguração teve lugar a 1° de setembro, e o faço de conhecimento próprio, porque assiti o ato, como telegrafista, e passei o telegrama que o superintendente mandou ao general Beadle, presidente da companhia em Londres, comunicando a inauguração do trafego.
Nota publicada por Jairo Viana...Tubarão Suas Memorias

Estrada de Ferro sobre a Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC

Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC...


Para quem não conheceu a ponte da estrada de ferro sobre a Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC, a passagem das Laranjeiras aí está. Possivelmente década de 20/30.
O construtor da ponte de Cabeçuda foi o engenheiro Ernani Cotrim. Um engenheiro inglês que veio morar no Brasil para a construção dessa ponte, não sei se o nome dele era Ayres Cook ou Arthur Cook, deixou descendentes na cidade de Laguna SC. 
Prof.: Mário Belolli conta mais detalhes: Esta ponte foi inaugurada em 1884. Segundo, o então telegrafista Alexandre Barreto, que esteve na solenidade, foi no dia 4 de setembro, pois havia passado um telegrama, dando essa informação, a pedido do superintendente da Estrada, ao general Beadle, presidente da companhia inglesa "The Donna Thereza Chistina Railwai Company Limited". 
A construção da ferrovia (Imbituba-Lauro Müller) foi autorizada pelo governo imperial através da Lei n. 740, de 20 de maio de 1874. A ponte foi desativada em 1934, tem 1.480 metros de extensão , portanto tem 130 aninhos hoje.Diz o então telegrafista da Tereza Cristina, Alexandrino Barreto: "O trem atravessou a ponte e prosseguiu até a estação local, onde saltamos eu e o meu companheiro, que vimos assistir a inauguração do tráfego da Thereza Christina, marcado para o dia 4 de setembro de 1884. 
Há que diga que essa inauguração teve lugar a 1° de setembro, e o faço de conhecimento próprio, porque assiti o ato, como telegrafista, e passei o telegrama que o superintendente mandou ao general Beadle, presidente da companhia em Londres, comunicando a inauguração do trafego.
Nota publicada por Jairo Viana...Tubarão Suas Memorias

Estrada de Ferro sobre a Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC

Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC...


Para quem não conheceu a ponte da estrada de ferro sobre a Lagoa de Santo Antônio em Laguna SC, a passagem das Laranjeiras aí está. Possivelmente década de 20/30.
O construtor da ponte de Cabeçuda foi o engenheiro Ernani Cotrim. Um engenheiro inglês que veio morar no Brasil para a construção dessa ponte, não sei se o nome dele era Ayres Cook ou Arthur Cook, deixou descendentes na cidade de Laguna SC. 
Prof.: Mário Belolli conta mais detalhes: Esta ponte foi inaugurada em 1884. Segundo, o então telegrafista Alexandre Barreto, que esteve na solenidade, foi no dia 4 de setembro, pois havia passado um telegrama, dando essa informação, a pedido do superintendente da Estrada, ao general Beadle, presidente da companhia inglesa "The Donna Thereza Chistina Railwai Company Limited". 
A construção da ferrovia (Imbituba-Lauro Müller) foi autorizada pelo governo imperial através da Lei n. 740, de 20 de maio de 1874. A ponte foi desativada em 1934, tem 1.480 metros de extensão , portanto tem 130 aninhos hoje.Diz o então telegrafista da Tereza Cristina, Alexandrino Barreto: "O trem atravessou a ponte e prosseguiu até a estação local, onde saltamos eu e o meu companheiro, que vimos assistir a inauguração do tráfego da Thereza Christina, marcado para o dia 4 de setembro de 1884. 
Há que diga que essa inauguração teve lugar a 1° de setembro, e o faço de conhecimento próprio, porque assiti o ato, como telegrafista, e passei o telegrama que o superintendente mandou ao general Beadle, presidente da companhia em Londres, comunicando a inauguração do trafego.
Nota publicada por Jairo Viana...Tubarão Suas Memorias

Willy Zumblick (1913-2008)

Willy Alfredo Zumblick nasceu em 26 de setembro de 1913. Recebeu primorosa formação educacional, ministrada pelo Colégio São José, de Tubarão, onde não tardou a se destacar como melhor aluno em desenho e em pintura. Ainda na adolescência, conquistou sua primeira atividade artística sistemática: a de desenhista de cartazes de filmes de cinema, que faziam sucesso na época.
A relojoaria de seu pai, o Cine Yolanda, os bailes, os saraus, as serestas, os amigos, afora uma crescente e entusiasta dedicação à pintura, constituíam a essência do dia-a-dia de sua juventude.
Autoditada, sem mestres ou qualquer instrutor, deixa fluir seu impulso criador e talento natural, registrando em telas particularidades da natureza, tipos característicos, paisagens, cenas do cotidiano e tudo aquilo em que pousava sua fértil imaginação. A única contribuição que recebeu foi a do pintor alemão Frederico Guilherme Lobe, da Escola Alemã de Belas Artes, de Porto Alegre. Contratado pelo Padre Geraldo H. Spettmann, para pintar figuras e passagens bíblicas na Igreja Nossa Senhora da Piedade, que viria a ser demolida em março de 1971, Frederico Guilherme Lobe passou quatro anos em Tubarão, tendo Willy como seu auxiliar. Dele, o pintor tubaronense recebeu conselhos e lições, podendo, desta forma aprimorar sua técnica para melhor tirar partido de seu inesgotável dom.
Em 1937, Willy casou-se com Célia Sá, de tradicional família da cidade, de quem sempre recebeu importante incentivo para que se dedicasse mais e mais à pintura. O casal teve cinco filhos: Carlos, Roberto, Túlio, Maria Elisa, Raimundo e Marcus Geraldo.

Em 1939, fez sua primeira exposição individual, em Tubarão. O êxito alcançado impôs a Willy um vôo mais alto: levou sua exposição para o Cine Rex, em Florianópolis. A receptividade ao seu trabalho o entusiasmou a realizar outras exposições por diversas cidades catarinenses. Em 1944, deu um salto maior: expôs em Porto Alegre. O sucesso, até então amealhado, impulsionou Willy a uma marcante ousadia: alugar um salão no edifício sede da ABI, no Rio de Janeiro, em junho de 1946, onde, com sessenta telas, realizou sua mais importante exposição, posto que o consagrou definitivamente, escrevendo seu nome no rol dos mais festejados artistas plásticos do país.
Nunca parou de pintar e sempre colecionou títulos, comendas, elogios e, principalmente, amigos. Com temática variada e abrangente, retratou, com maestria e sensibilidade, os mais variados aspectos das tradições, da cultura, da história e dos tipos populares catarinenses. Bandeiras do Divino, Contestado, a epopéia de Giuseppe e Anita Garibaldi, Boi-de-Mamão, Dança do Pau-de-Fita, as rendeiras, os imigrantes e seus hábitos, monges, paisagens, caricaturas, enfim, centenas e centenas de telas, todas arrebatadoras.
O cinqüentenário de sua vida artística foi comemorado em 1979. Não bastasse tão invejável currículo, ainda temperou sua obra com notáveis esculturas, com majestosos painéis e muros, além de expressivas carrancas. Na Praça 7 de Setembro, em Tubarão, por exemplo, plantou, em 30 de agosto de 1984, o monumento à Mãe, esculpido em concreto, ferro e bronze. Ano seguinte, isto é, 31 de agosto de 1985, inaugurou, no Km 338 da BR-101, situado no Município de Tubarão, o Monumento ao Caminhoneiro, com 4,30 metros de altura.
Aos amigos que o visitavam, Willy sempre agradava com uma lembrança: um Cristo mutilado (estatueta que foi abençoada por Sua Santidade, o Papa, quando de sua visita a Santa Catarina), uma carranca do Tubaranhô (índio que teria dado origem à cidade de Tubarão), uma gravura do Dr. Jorginho (figura popular de Tubarão) ou até com um bronze de Anita Garibaldi. Dias antes de completar 87 anos, o que ocorreu a 26 de setembro de 2000, o mais talentoso artista plástico catarinense do século realizou o sonho que o embalou nesta última década, inaugurando o Museu Willy Zumblick, instalado no Centro Municipal de Cultura, no centro de Tubarão.
Willy Zumblick faleceu no dia 03 de abril de 2008, no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), sendo sepultado no cemitério Horto da Saudade, em Tubarão.
A produção artística de Zumblick ultrapassa a cinco mil obras, parte dela, exposta em seu Museu.
Texto Fundação Municipal de Cultura e Esporte, Tubarão/sc

Grupo Escolar Hercílio Luz

Texto de Amadio Vettoretti
Este educandário tem 91 anos de história, que precisa ser recomposta, sua documentação está demasiadamente fragmentada. No dia 12 de fevereiro de 1919, assentou-se a pedra fundamental com a inscrição na face superior “Xll Fevereiro 1919 - Hercílio Luz”, contendo no seu interior a urna com a ata assinada pelas autoridades. Situa-se à esquerda de sua entrada principal.

Dados
Construtor: Theodoro Grandel.
A herma em bronze no pátio interior: A. Mattos, discípulo do prof. Correa Lima.
Fotógrafos: Fritz Sorge e João Sbruzzi, o último sacou excelentes fotografias panorâmicas de Tubarão.
Primeiro diretor: Marcírio Dias Santiago.
Representantes do governo: Olavo Freire, diretor de Obras Públicas e Osmar Rosas, jornalista.

A cerimônia
A Corporação Musical Minerva acompanhou as autoridades que foram ao Hotel do Comércio (rua Marechal Deodoro) e de lá conduziram os representantes do governo e comitiva até ao local das solenidades. Chegando ao local, lacraram a urna conforme as formalidades da época, o padre benzeu com água benta e rezou em latim, para prosseguir com os inflamados discursos das autoridades delegadas. João de Oliveira, advogado, jornalista, poeta e vibrante orador com gestos teatrais, o qual, em nome do prefeito ali presente, pronunciou um retumbante discurso de dar inveja aos clássicos gregos e tribunos romanos.
Encerrado o cerimonial, Dona Bernardina Teixeira, moradora na vizinhança, ofereceu um abundante copo de cerveja aos presentes.

Uma nota do jornal A Paz, em 19 dezembro de 1926, anuncia a entrega de diplomas da Escola Complementar (o primeiro “curso superior de Tubarão”) pelo diretor Albano Espíndola, a Edith Hulse, Ernestina Doerninger, Maria Izabel de Souza, Leonilda Balsini e Walkyria Búrigo (oradora).
“Findo o ato, foi servido doces e finos licores em profusão”.
É o início de uma história.
Estudaram ali homens e mulheres ilustres de Tubarão. Também foi o berço da Escola Técnica do Comércio, a qual criou o Imes, depois Fessc, findando na Unisul. O prédio ainda não foi tombado.


FOTOS ANTIGAS DE TUBARÃO.

Tubarão Suas Memorias 

Para um trabalho de graduação comecei pesquisando sobre a origem do bairro de oficinas em Tubarão.SC... E fui tomada pelo bichinho, chamado CURIOSIDADE, mais e mais, seus fatos, suas tragedia, suas conquistas, as famílias que de alguma forma contribuirão para o crescimento de Tubarão, a medida que o processo iniciou, me apaixonei pelos achados e não pude deixar de compartilhar.






Criei a pagina com um único objetivo, dividir a paixão pela cidade azul, resgatar e preservar suas memorias.Peço que curtam a pagina, compartilhem, comentem, nos ajudem a divulgar nossa história... https://www.facebook.com/tubaraosuasmemorias






FOTOS ANTIGA DA CIDADE DE TUBARÃO.SC





MAIS FOTOS ANTIGAS DA CIDADE DE TUBARÃO.SC.





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